body{-webkit-animation:-amp-start 8s steps(1,end) 0s 1 normal both;-moz-animation:-amp-start 8s steps(1,end) 0s 1 normal both;-ms-animation:-amp-start 8s steps(1,end) 0s 1 normal both;animation:-amp-start 8s steps(1,end) 0s 1 normal both}@-webkit-keyframes -amp-start{from{visibility:hidden}to{visibility:visible}}@-moz-keyframes -amp-start{from{visibility:hidden}to{visibility:visible}}@-ms-keyframes -amp-start{from{visibility:hidden}to{visibility:visible}}@-o-keyframes -amp-start{from{visibility:hidden}to{visibility:visible}}@keyframes -amp-start{from{visibility:hidden}to{visibility:visible}}body{-webkit-animation:none;-moz-animation:none;-ms-animation:none;animation:none} h1, h2, h3 { font-weight: normal; } amp-story-page { background-color: #131516; } amp-story-grid-layer { overflow: visible; } @media (max-aspect-ratio: 9 / 16) { @media (min-aspect-ratio: 320 / 678) { amp-story-grid-layer.grid-layer { margin-top: calc((100% / 0.5625 - 100% / 0.6666666666666666) / 2); } } } @media not all and (min-resolution:.001dpcm) { @media { p.text-wrapper > span { font-size: calc(100% - 0.5px); } } } .page-fullbleed-area, .page-background-overlay-area { position: absolute; overflow: hidden; width: 100%; left: 0; height: calc(1.1851851851851851 * 100%); top: calc((1 - 1.1851851851851851) * 100% / 2); } .element-overlay-area { position: absolute; width: 100%; height: 100%; top: 0; left: 0; } .page-safe-area { overflow: visible; position: absolute; top: 0; bottom: 0; left: 0; right: 0; width: 100%; height: calc(0.84375 * 100%); margin: auto 0; } .mask { position: absolute; overflow: hidden; } .fill { position: absolute; top: 0; left: 0; right: 0; bottom: 0; margin: 0; } @media (prefers-reduced-motion: no-preference) { .animation-wrapper { opacity: var(--initial-opacity); transform: var(--initial-transform); } } amp-story-grid-layer.align-bottom { align-content: end; padding: 0; } .captions-area { padding: 0 32px 0; } amp-story-captions { margin-bottom: 16px; text-align: center; } amp-story-captions span { display: inline-block; margin: 0; padding: 6px 12px; vertical-align: middle; border-radius: 15px; background: rgba(11, 11, 11, 0.6); color: rgba(255, 255, 255, 1); font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, "Segoe UI", Roboto, Oxygen-Sans, Ubuntu, Cantarell, "Helvetica Neue", sans-serif;; font-size: calc(4 * var(--story-page-vw)); line-height: 1.4; word-break: break-word; word-wrap: break-word; overflow-wrap: break-word; } Modelo 2

O que já se sabe sobre a vacina contra a varíola dos macacos?

Veja Mais

Concebida para combater a varíola humana, a vacina contra a varíola dos macacos tem sido usada para proteger as pessoas mais vulneráveis, face à propagação da doença fora das áreas endêmicas.

Veja Mais

A vacina, a princípio, é usada contra a varíola humana, uma doença fatal erradicada na década de 1980, mas, atualmente, tem sido aplicada contra a varíola dos macacos. Os dois vírus fazem parte da família "ortopoxvírus", e o imunizante utiliza um terceiro vírus desta família, geneticamente próximo, o da vaccinia.

Veja Mais

A vaccinia, que é inofensiva em humanos, permitiu ao médico britânico Edward Jenner, ainda no século 18, desenvolver o próprio princípio da vacinação – e criar a primeira vacina contra a varíola: condicionar o sistema imunológico confrontando o organismo com um vírus similar àquele a ser combatido.

Veja Mais

"Há entre 90% e 95% de homologia das proteínas virais envolvidas entre os vírus da varíola e da varíola dos macacos. Portanto, tomar uma vacina muito próxima para bloqueá-la é uma estratégia comprovada", explica Olivier Schwartz, chefe da unidade de vírus e imunidade do Institut Pasteur, na França.

Veja Mais

Ter sido vacinado contra a varíola antes de 1980 fornece proteção imunológica a priori contra a varíola dos macacos, mas de extensão e duração incertas.

Veja Mais

A infecção por varíola confere proteção cruzada contra o vírus primo da varíola dos macacos, um mecanismo semelhante ao funcionamento da vacina em relação às duas doenças. Embora ainda não existam dados em larga escala, elementos epidemiológicos anteriores e testes de laboratório sugerem que a atual vacina antivaríola será altamente eficaz contra a varíola dos macacos.

Veja Mais

“O nível de proteção vacinal de 85% data de estudos de campo nas décadas de 1980 e 1990 no Zaire e é bastante aproximado”, observa Schwartz.

Veja Mais

Ele também menciona estudos em cuidadores em 2018 e experimentos em macacos que parecem mostrar uma forte eficácia da vacinação pós-exposição à varíola dos macacos. Ter sido vacinado contra a varíola antes de 1980 fornece proteção imunológica a priori contra a varíola dos macacos, mas de extensão e duração incertas.

Veja Mais

“Estudos dos anos 2000 apontam, por exemplo, que anticorpos contra a varíola foram encontrados em 30% das pessoas que haviam sido vacinadas pelo menos 20 anos antes”, revela o pesquisador do Institut Pasteur. E “uma dose de reforço ativa células de memória – linfócitos B ou T – e reativa a imunidade celular, mesmo após 20 ou 40 anos”.

Veja Mais

Diversos países e a Organização Mundial de Saúde (OMS) mantêm estoques de vacina contra a varíola por segurança, principalmente diante do risco de bioterrorismo.

Veja Mais

Já Yannick Simonin alerta que a imunidade “diminui com o tempo e que a persistência de anticorpos neutralizantes contra a varíola dos macacos nunca foi avaliada”.

Veja Mais

Veja Mais

A única vacina autorizada

Veja Mais

A única vacina atualmente autorizada para a varíola dos macacos é fabricada pelo laboratório dinamarquês Bavarian Nordic, a partir da cepa viral MVA-BN (vírus vaccinia Ankara modificado).

Veja Mais

O imunizante é comercializado como Jynneos na América do Norte, e Imvanex na Europa. Diversos países e a Organização Mundial da Saúde (OMS) mantêm estoques de vacina contra a varíola por segurança, principalmente diante do risco de bioterrorismo.

Veja Mais

A Bavarian Nordic fez parceria com autoridades dos Estados Unidos em 2003 e já entregou 30 milhões de doses ao país. Desde o início do atual surto de varíola, um acordo prevê 7 milhões de doses adicionais.

Veja Mais

De acordo com a OMS, existem atualmente 16 milhões de doses de MVA-BN no mundo, principalmente a granel, o que exigiria alguns meses antes de serem acondicionadas em frascos individuais para usá-las. Mas é difícil saber o estado dos estoques, uma vez que os países se permitem ao sigilo da defesa, impedindo a avaliação de associações e órgãos competentes. Os detalhes em torno dos pedidos ao atualmente único fabricante também são desconhecidos. Até agora, a União Europeia encomendou 100 mil doses da vacina.

Veja Mais

A Bavarian Nordic tem uma capacidade de produção anual de 30 milhões de doses.

Veja Mais

Duas outras vacinas contra a varíola, LC16 e ACAM2000, produzidas por outros laboratórios, estão em estudo. A Emergent BioSolutions, laboratório americano que produz o ACAM2000, informou que tem capacidade de produção anual de 18 milhões de doses por ano, podendo chegar a 40 milhões de doses, se necessário.

Veja Mais

Apesar da presença em parte do continente de áreas endêmicas da varíola dos macacos, de mais de 3 mil casos confirmados e, de acordo com médicos, de mais de 70 mortes potenciais, a África ainda não tem nenhuma dose de vacina.

Veja Mais

A OMS solicitou aos países com vacinas que as "compartilhem com os países que não as têm", pedindo para que não reproduzam o cenário Covid-19, quando os países ricos mantiveram, por muitos meses, quase todas as vacinas disponíveis.

Veja Mais

"Existe o risco de que os países que apresentam as demandas para acesso [às vacinas] sejam países ricos? É bem possível", afirmou domingo (31) Meg Doherty, diretora dos programas da OMS sobre HIV, hepatite e infecções sexualmente transmissíveis, pedindo 'justiça' no caso da varíola dos macacos, durante uma Conferência Internacional de AIDS.

Veja Mais